Resumo/Abstract
Este
texto se propõe a estudar o conceito de grotesco de Bakhtin sobre a obra de Rabelais
do corpo humano nos tratados de Hipócrates. Objetiva traçar uma relação entre
Rabelais e os Corpus Hippocraticum, comparando seus elementos e reforçando os
conceitos de grotesco como anteriores a Idade Média.
Palavras-chave: grotesco;
corpo humano; Bakhtin; Hipócrates
This text proposes to study Bakhtin's concept of
grotesque on the work of Rabelais of the human body in the treatises of Hippocrates.
It aims to outline a relationship between Rabelais and the Corpus Hippocraticum,
comparing its elements and reinforcing the concepts of grotesque as before the
Middle Ages.
Keywords:
grotesque; human
body; Bakhtin; Hippocrates
Em 1532 surge o “Les
horribles et épouvantables faits et prouesses du très renommé Pantagruel, Roi
des Dipsodes, fils du grand géant Gargantua”[1] assinado por Alcofribas Nasier, um anagrama do
francês François Rabelais, que não queria revelar o seu verdadeiro nome. Ao contar
detalhes da vida de dois gigantes, Gargantua e seu filho Pantagruel, utiliza
uma linguagem extravagante com diversos trocadilhos e um humor bem picante, na
contramão ao cenário opressor religioso da Idade Média onde o corpo era coberto
e dominado pelos tabus da igreja. Rabelais foi também médico, possuía um
manuscrito grego de alguns textos de Hipócrates e atuou como editor[2] dos Aforismos e da Natureza do Homem de Hipócrates além
de deixar várias notas sobre as traduções do latim em contrapartida com o
original em grego. Rabelais mostra seu interesse não só pelo conteúdo técnico
da medicina antiga, mas também pela forma da escrita crua e realista do corpo
humano, fato que possivelmente influenciou o estilo grotesco de sua pentalogia
de romances.
Neste artigo me proponho a estudar a origem do
estilo grotesco por meio da comparação de trechos do Corpus Hippocraticum com trechos
da análise que o Bakhtin faz das obras de Rabelais[3] trazendo as semelhanças encontradas tanto na forma
de descrever o corpo quanto na liberdade de expressão do cotidiano do ser
humano. Bakhtin (1895 – 1975 d.C), quatro décadas após Rabelais (1494 – 1553
d.C), dez décadas depois de Hipócrates (460 – 377 a.C.), mostra uma nova
interpretação e define o realismo grotesco encontrado nessas obras como um modo
literário.
Corpus Hippocraticum
O
Corpus Hippocraticum é uma coleção de sessenta e seis tratados vinculados a
Hipócrates e seus seguidores sobre temas relacionados ao corpo humano e
práticas médicas dos séculos V e IV a.C. na Grécia Clássica. Interessante notar
que apesar de Hipócrates falar o dialeto dórico comum em Cós, os tratados foram
escritos em jônico, provavelmente com o objetivo de fazer seus estudos transpassarem
as fronteiras de sua cidade, sabendo-se o quão amplamente era
difundida a poesia grega arcaica, quase toda em jônico [4].
Esta obra com mais de dois mil anos hoje é objeto de estudos, leituras e
releituras em diversos campos do conhecimento que não apenas na medicina onde
originalmente assumiu um destaque especial.
Não
podemos deixar de notar elementos do realismo grotesco nos tratados
hipocráticos e a semelhança nas descrições da imagem do corpo humano com a obra
de Rabelais. Para tanto serão analisados trechos dos tratados “A Antiga Medicina” e “Da Natureza do Homem”.
O
manuscrito “A Antiga Medicina”, escrito
por Hipócrates, cria uma imagem do corpo humano como uma cozinha. Dentro do
corpo os alimentos são introduzidos, processados e eliminados. Considerando
esta química interna pode-se descobrir muito sobre a condição do doente e de
sua doença estudando o que é eliminado pelo corpo, o médico analisa o que entre
e o que sai pra entender o que está dentro, por exemplo, o cheiro, a cor, a
textura, a temperatura e o gosto das urinas e fezes podem mostrar o que está em
desequilíbrio dentro do corpo e a partir daí ajustar a dieta para reestabelecer
o equilíbrio perdido. Nos tratamento eram utilizados remédios para expulsar o
que estava em excesso, a chamada catarse (kátharsis,
em grego), uma purificação do corpo através da evacuação, da purgação.
Era
uma constante luta para dominar os alimentos, suas quantidades, tempo de
cozimento, suas misturas. Descreve-se o conceito de na medida (metron, em grego) como sendo a medida
certa para cada paciente, nem de mais nem de menos, conforme o sentimento do
corpo (áisthesis tôu sómatos, em
grego). Existe uma busca por padrões. Se o corpo adoece é em decorrência de erros
por não saber a técnica/arte da vida (atekhnía,
em grego), a falta de técnica e por se afastar dos padrões de normalidade.
“3.3 And, to go still further back, I hold that not
even the regimen and nourishment that the sick make use of today would have
been discovered if it were sufficient for the human being to eat and drink the
same things as an ox and a horse and all the animals other than man”
“3.4 For human beings endured much terrible suffering
because of their strong and brutish regimen, consuming foods that were raw,
unblended, and possessing great powers—suffering like that which they would
experience from these foods today as well, falling into severe pains and
diseases followed by a speedy death.”
“3.4 En effet, comme les gens éprouvaient bien des
souffrances terribles par suite d'un régime fort et bestial, du fait qu'ils
ingéraient des aliments crus, intempérés et dotés de qualities fortes”
“3.5 From wheat, by moistening, winnowing, grinding,
sifting, kneading, and baking it they made bread, and from barley they made
barley cake. And performing many other operations to prepare this nourishment,
they boiled and baked and mixed and blended the strong and unblended things
with the weaker, molding everything to the constitution and power of the human
being; for they considered that if foods that are too strong are ingested, the
human constitution will be unable to overcome them, and from these foods
themselves will come suffering, diseases, and death, while from all those foods
that the human constitution can overcome will come nourishment, growth, and
health.”
“7.2 A mes yeux, ce qui apparaît, c'est
l'identité de la méthode, c'est l'unité et la similitude de la découverte.”
“8.3 Tous ces faits sont des preuves que l'art de la
médecine proprement dit*, si l'on poursuit la recherche dans la même voie, peut
être découvert tout entier.”
“9.2 But in
fact the error is no less, nor does it harm the human being less, if one
administers food deficient in quantity and quality to what is needed: for the
might of hunger penetrates forcefully into the human constitution to lame and
weaken and kill. And many other ills, different from those arising from
repletion but no less serious, also arise from depletion.”
“9.2
Mais, en réalité, la faute n'est pas moins grande …”
“9.4 And I would
strongly praise this doctor, the one who makes only small errors; perfect
accuracy is rarely to be seen. For I think that most doctors are in the same
situation as bad helmsmen. These people, when they err while steering in a calm
sea, are not revealed; but when a great storm and a driving wind takes hold of
them, it is manifest to all that they have lost their ship through ignorance
and error.”
O
tratado “Da Natureza do Homem” descreve
as características dos doentes, suas doenças, bem como procedimentos de
tratamento, e coloca que a causa das doenças está no desequilíbrio dos quatro
humores (sangue, fleuma, bile amarela e bile escura) que constituem o corpo
humano refutando a crença da época de que as doenças eram oriundas dos deuses. Os
métodos de tratamento identificavam o humor em excesso e eliminavam parte desse
humor, por exemplo, retirava-se sangue, através da sangria, até o corpo voltar ao
seu equilíbrio original, consequentemente saudável. A imagem do corpo era como
um sistema de vias onde os fluídos movimentavam-se.
“A
tradução do texto procurou ser o mais fiel possível. O estilo duro e
visceralmente anti-literário dos tratos do Corpus Hippocraticum foi observado. Este
não é (e nunca foi) um texto com preocupações estéticas, como parece ser o de
Platão, trata-se de um texto norteado por um novo conceito que as Escolas
Médicas de Cós e Cnido trazem a essa cultura que mutatis mutandis ainda é a
nossa: a verdade pragmática (não ideal como a Socrática), nem somente
comprovável (como a de Empédocles ou a de Anaxágoras), mas já comprovada,
pretensamente abnuente de dogmas, que necessitava de uma expressão divulgadora
em nome de um altruísmo ainda pouco conhecido, capaz de, qual em Eurípedes,
unir a humanidade, e não apenas os povos.”(Cairus) [6]
“3-Por outro lado, se o calor e o frio, e o
seco e o húmido não se interrelacionarem com moderação e em igualdade, mas um
predominar sobre o outro, o mais forte sobre o mais fraco, não ocorrerá a
gênese.”
“4-O
homem adoece quando há falta ou excesso de um desses humores ... o lugar no
qual ele transborda, ultrapassando a medida causa dor e sofrimento. E quando um
desses humores flui para fora do corpo mais do que permite a sua
superabundância, a evacuação causa sofrimento.”
“5-Se
deres a um homem um remédio que remova fleuma, ele vomita fleuma, e se lhes
deres um remédio que remova bile, ele vomita bile ... e se ferires uma parte
qualquer do próprio corpo, de sorte a produzir uma chaga, dela escorrerá
sangue.”
“6-E
quem afirma que o homem é sangue, faz uso da mesma opinião: vendo os homens
serem degolados e o sangue fluir do corpo, criam a opinião de que este humor é
o princípio vital do homem ... ... e nos homens degolados, primeiro escorre o
sangue mais quente e mais vermelho, depois escorre o mais fleumático e mais
bilioso.”
“12-Para
os que expelem muito pus sem estarem com febre, para aqueles os quais a urina
está muito carregada de pus sem haver dor, e também para aqueles entre os quais
os excrementos são cronicamente ensanguentados como na disenteria, ... as
doenças surgem da mesma causa. ... são rapazotes trabalhadores; mas, depois
livres das tribulações, tornam-se carnudos com uma carne mole e muito diferente
da anterior, e tem o corpo muito dividido entre o que era antes e o que se
tornou, de forma a não haver mais similitude”
O Grotesco de Bakhtin em Hipócrates
Em seu livro[8]
Bakhtin identifica na obra de Rabelais princípios da “vida material e corporal:
imagens do corpo, da bebida, da comida, da satisfação e necessidades naturais”
e atribui a essas imagens, conceitos e concepção estética, o nome de realismo
grotesco. Como destaca Bakhtin “O corpo e a vida corporal adquirem simultaneamente
um caráter cósmico e universal” parte integrante do mundo e como característica
principal o seu rebaixamento, “isto é, a transferência ao plano material e
corporal, o da terra e do corpo na sua indissolúvel unidade, de tudo que é
elevado, espiritual, ideal e abstrato”. Assim como Hipócrates que rebaixou as
causas das doenças do plano divino para o plano terrestre, Rabelais rebaixa o
corpo do céu a terra, “transferindo cerimonias e ritos elevados ao plano
material e corporal”
Para Rabelais, como nos
tratados hipocráticos, o alto e o baixo, também
no aspecto cósmico já que o material e o cosmos é uma unidade, estão
relacionados a posição no corpo humano, “o alto é representado pelo rosto (a
cabeça), e o baixo pelos órgão genitais, o ventre e o traseiro”. Assim rebaixar
é entrar em contato com o próprio corpo, entender suas necessidades, comer e
eliminar. É a manutenção da própria vida. Diferente do conceito moderno de
degradação, o realismo grotesco entende como um aspecto regenerador, quase que
como um tratamento médico.
Por outro lado, temos o
conceito egoísta, individualista que separa o corpo humano do corpo universal,
do cosmos e da natureza, e aparecem os excessos, o desequilíbrio, a doença e a
metamorfose (nasce, cresce,morre). O grotesco está ligado a todos os sentidos, aos
humores hipocráticos, ao movimento do corpo, suas entradas e saídas, ao tempo.
Na Grécia antiga a
medicina e seus tratamentos estavam intrinsecamente ligados às estações do ano,
os humores que constituíam o corpo humano mantinham características similares às
quatro estações. Assim como Bakhtin destaca que “a sucessão das estações, a
semeadura, a concepção, a morte e o crescimento são os componentes dessa vida
produtora” também Hipócrates descreve o ciclo natural das doenças típicas de
cada estação do ano bem como hábitos e costumes dos povos de acordo com a
região onde vivem, abrangendo também fenômenos sociais “e então as imagens
grotescas, com sua atitude fundamental diante da sucessão das estações, com sua
ambivalência, convertem-se no principal meio de expressão artística e
ideológica do poderoso sentimento da história e da alternância histórica”.
Também em Rabelais,
como nos tratados, as imagens grotescas conservam uma natureza original,
diferenciam-se claramente das imagens da vida cotidiana contemporânea,
preestabelecidas e perfeitas, as doenças e desagregações do corpo, os
procedimentos de ingerir e vomitar, as sangrias, os coitos, a velhice e o
parto, “com sua materialidade imediata continuam sendo os elementos
fundamentais do sistema de imagens grotescas”, imagens estas contrárias as
poéticas descrições contemporâneas (tanto da época Rabelais quanto da de
Hipócrates) do corpo humano.
Também em oposição a
composição divina do corpo, Hipócrates, estuda seus orifícios, sua conexão com
a natureza, “coloca-se ênfase nas partes do corpo em que ele se abre para o
mundo exterior, isto é, onde o mundo penetra nele ou dele sai ou ele mesmo sai
para o mundo, através de orifícios, protuberâncias, ramificações e excrescências,
tais como a boca aberta, os órgãos genitais, seios, falo, barriga e nariz”
trazendo a incompletude do corpo como parte de um todo em evolução, da própria
natureza.
Ainda sobre o
rebaixamento do corpo encontra-se em Rabelais e também em Hipócrates uma certa
equivalência entre características de alimentos e plantas e suas manifestações
no corpo humano e seus humores. Como observado por Bakhtin, “o homem degusta o
mundo, sente o gosto do mundo, o introduz no seu corpo, faz dele uma parte de
si”, é nos simpósios que se manifesta, come, fala e se alimenta, observando-se
que “uma ligação eterna uniu sempre a palavra e o banquete.” Conforme o tipo de
alimento, o homem reage com maior ou menor liberdade. “Ele prefere o vinho ao
azeite, símbolo da seriedade piedosa da quaresma.” “Símbolo da piedade e do
temor de Deus. O vinho liberta do medo e da piedade. A verdade no vinho é uma
verdade livre e sem medo.” E também Hipócrates fala sobre a embriaguez,
destacado por Bakhtin a seguinte definição: “Acontece o mesmo na embriaguez: em
seguida a um aumento súbito do sangue, as almas mudam com os pensamentos que
elas contem, e os homens, esquecidos dos males presentes, aceitam a esperança
de bens futuros.”
Por isso tanto na época
de Hipócrates, quanto na de Rabelais, esse corpo nu e cru, imperfeito e
incompleto, era visto de forma repugnante, monstruosa, escatológica e não
poderia se encaixar jamais nas definições vigentes de beleza, nas descrições
divinas, onde tudo que era excessivamente e demasiadamente humano deveria ser
omitido, eliminado.
Projeções Futuras
A partir deste estudo surgem novas indagação que
devem ser abordadas e aprofundadas. Ampliadas as referências bibliográficas com
novos tratados hipocráticos, como “Ares, Aguas e Lugares” e os capítulo finas
da“A Natuza do Homem” que não fazem parte da tradução do Cairus, porém são de
extrema importância para o tema aqui estudado.
A exemplo da estética dos excessos, seguem algumas
inquietações:
Como os excessos se relacionam com o normal nos
tratados hipocráticos sob uma visão bakhtiniana?
É possível correlacionar a normalidade, a justa
medida, o meio termo e a estética grotesca dos excessos? Qual é o conceito de
normal e anormal, saúde e doença, do ponto de vista do grotesco e seus excessos
?
O corpo individual se equilibra com o corpo geral,
social e político através do movimento entre extremos e meio termo ?
“O
homem tem saúde precisamente quando esses humores são harmônicos em proporção,
em propriedade e em quantidade, sobretudo quando são misturados. O homem adoece
quando há falta ou excesso de um desses humores, ou quando ele se separa no
corpo e não se une aos demais.” (Da Natureza do Homem - 4Litrre) (Cairus p.34) [9]
“O
estado patológico passou a ser designado a partir do normal, através dos
léxicogênicos hiper e hipo ... Contudo, nos séculos V e IV a.C., o princípio de
Alcméon, ... do “nada em excesso” ganhou vulto através dos textos das escolas
médica de Cnido e de Cos, Platão refere-se a esse princípio no Banquete (186c),
no discurso do médico Erixímaco: “pois a medicina, para dize-lo resumidamente,
é um conhecimento do que há de erótico no corpo, em relação à repleção e à
vacuidade” (Cairus p.35)
“A face política que apologiza o meio termo e
a justa medida tem sua mais ilustre expressão em Solon ... O discurso de
Nícias, no sexto livro da Guerra do Peloponeso, tem por característica a
apologia da temperança. ... Assim, a sociedade é concebida como um corpo
político, homólogo ao corpo humano” (Cairus p.35/36)
“ Canguilhem lembra que “definir o anormal por
meio do que é demais ou de menos é reconhecer o caráter normativo do estado
dito ‘normal’” (1966 p.36). Se por um lado, na medicina hipocrática, o que se
visa não é propriamente o normal (51), mas apenas ao saudável; por outro, seus
tratados adotam muito claramente o verbo XXXX por princípio normatizador,
estabelecendo, desta forma, um padrão de normalidade. Tal qual o da Medicina
Antiga, os tratados humorais, oferecem copiosos subsídios para o
estabelecimento definitivo de um vínculo antitético entre o desequilíbrio e o
XXX em seu sentido mais clássico, o de “costume”.(Cairus p.37)
Considerações Finais
Mesmo
não havendo o conceito formal de grotesco na época do Hipócrates existem
elementos e experiência de grotesco em seus tratados. Considerando que Rabelais
tinha grande conhecimento dos manuscritos gregos, traduziu e editou alguns dos
tratados no mesmo ano (1532) em que publicou o primeiro volume de Pantagruel,
podemos admitir uma relação entre suas obras.
Referências
Bibliográficas
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de François Rabelais. SP: Hucitec, 2010.
Bolgar, R. R. Rabelais's Edition
of the "Aphorisms" of Hippocrates The Modern Language Review,
Vol. 35, No. 1 (Jan., 1940), pp. 62-66, Modern
Humanities Research Association, http://www.jstor.org/stable/3717411CAIRUS, HF. O Corpus Hippocraticum. In: CAIRUS, HF., and RIBEIRO JR., WA. Textos hipocráticos: o doente, o médico e a doença e da natureza do homem [online]. Rio de Janeiro: Editora FIOCRUZ, 2005. História e Saúde collection, pp. 25-38. ISBN 978-85-7541-375-3. Available from SciELO Books http://books.scielo.org.
Cerqueira Lima, Alexandre Carneiro. As Imagens de Corpo Grotesco durante a Carnavalização do Simposio e do Komos em Atenas no V século a.C., Phoinix, Rio de Janeiro, 1997
Demont, Paul. ABOUT PHILOSOPHY AND HUMOURAL MEDICINE, p271. HIPPOCRATES IN CONTEXT Papers read at the XIth International Hippocrates Colloquium University of Newcastle upon Tyne 27–31 August 2002. LEIDEN/BOSTON: BRILL, 2005
JOUANNA, JACQUES. Hippocrate de L´Ancienne Medecine - TEXTE ÉTABLI ET TRADUIT PAR.PARIS: LES BELLES LETTRES, 1990
JOUANNA, JACQUES. Hippocrate de La Nature de L´Homme - TEXTE ÉTABLI ET TRADUIT PAR.PARIS: LES BELLES LETTRES, 1990
KAYSER, W. O grotesco. São Paulo: Editora Perspectiva, 2013.
MARK, J. SCHIEFSKY. Hippocrates on Ancient Medicine – Translated with introduction and commentary. LEIDEN/BOSTON: BRILL, 2005
MENINI, ROMAIN «L’accouchement de Gargamelle (Gargantua, vi) : Hippocrate et Galien cul par-dessus tête», Op. cit., revue des littératures et des arts [En ligne], « Agrégation Lettres 2018 », n° 17, automne 2017 , mis à jour le : 07/11/2017, URL : https://revues.univ-pau.fr/opcit/270.
RABELAIS, F. Gargântua e Pantagruel. Rio de Janeiro/Belo Horizonte: Editora Itatiaia, 1991
[1] RABELAIS,
F. – em português: Os horríveis e apavorantes feitos e proezas do mui renomado
Pantagruel, Rei dos Dipsodos, filho do Grande Gigante Gargântua – Ver Figura 1
– em Anexos
[2] Bolgar, R. R.
Rabelais's Edition of the "Aphorisms" of Hippocrates, The Modern
Language Review, 1940
[3] BAKHTIN, M.
Cultura Popular na Idade Média: o contexto de François Rabelais. SP: Hucitec,
2010
[4]
CAIRUS, HF. O Corpus Hippocraticum, 2005
[5] JOUANNA, JACQUES. Hippocrate de
L´Ancienne Medecine, 1990 e MARK, J. SCHIEFSKY. Hippocrates on Ancient
Medicine,2005
[6]
CAIRUS, HF. Textos hipocráticos: o doente, o médico e a doença e da natureza do
homem, 2005, pg.41
[7]
CAIRUS, HF. Textos hipocráticos: o doente, o médico e a doença e da natureza do
homem, 2005, pg.39
[8] Os
trechos entre aspas foram retirados de BAKHTIN, M. Cultura Popular na Idade
Média: o contexto de François Rabelais. SP: Hucitec, 2010
[9] CAIRUS,
HF. O Corpus Hippocraticum, 2005
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