Tema: A estética dos excessos: o antídoto para a finitude
Objeto: Filme Salò, de Pier Pasolini.
Objetivo geral: A partir do filme Salò, entender como o grotesco, enquanto estética do excesso, funciona como uma espécie de controle da finitude.
Objetivos específicos:
I - Avaliar a estética dos excessos presente nas perversões do filme Salò.
II - Estabelecer um diálogo entre os elementos do filme que se inscrevem na ideia de excesso e a estética grotesca.
III - Compreender como o excesso projeta um senso de real em que o escape e o controle são tangíveis.
Bibliografia inicial:
DURAND, Gilbert. As estruturas antropológicas do imaginário. São Paulo: Martins Fontes, 2002.
KAYSER, W. O grotesco. São Paulo: Editora Perspectiva, 2013.
MAFFESOLI, Michel. A parte do diabo: resumo da subversão pós-moderna. Rio de Janeiro: Record, 2004.
MORIN, Edgar. O homem e a morte. Rio de Janeiro: Imago, 1997.
ROUDINESCO, E. A parte obscura de nós mesmos: uma história dos perversos. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 2008.
SACHER-MASOCH, L. La Vénus à la fourrure. Paris: Minuit, 2007.
SADE. Os 120 dias de Sodoma ou A escola da libertinagem. São Paulo: Iluminuras, 2008.
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